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Um dia onde o sol escureceu. Reflexão sobre o Drama em Realengo.


Um dia onde o sol escureceu

Dia 08 de abril, quinta-feira, dia ensolarado no Rio de Janeiro, dia sombrio pela dor, perplexidade… pela morte, pelo luto!
Hoje, o Rio está de luto! A cidade chora a morte de 12 alunos de um Colégio Municipal em Realengo. Famílias que na quinta-feira, acordaram pensando que “mais um dia da rotina da vida seria realizado”… NÃO FOI ASSIM! Foi uma quinta-feira que nunca mais será esquecida! Uma rotina que foi dilacerada pela violência! Sonhos interrompidos, vidas roubadas de seus amados! De repente uma escola vira campo sangrento de batalha!
Um lugar destinado ao ensino-aprendizagem, ao diálogo, às descobertas do saber, espaço de troca, de valorização das experiências pessoais, das conquistas da libertação – que o conhecimento produz; espaço onde a amizade, o respeito e a solidariedade são cultivados… Tudo muda e num instante “mais um dia” virou “o dia”.
Nós da Pastoral Bennett e toda a comunidade bennettense, demonstramos nossa tristeza e solidariedade às famílias enlutadas.
Nesta sexta-feira a Pastoral realizou três solenidades junto aos alunos do Colégio Bennett, a partir do 6o. ano até o Ensino Médio. Essas solenidades foram regidas num tom de tristeza, solidariedade, reflexão crítico-social, fraternidade, comunhão e consolo.
O texto bíblico destacado se encontra no Evangelho de Mateus, capítulo 5.9, onde Jesus diz: “Bem-aventurado (felizes) os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus.”
A reflexão é para que cada um de nós seja um pacificador de nossos dias, promovendo a paz em nossos lares, na escola, e em todos os outros grupos onde convivemos.
Quando Jesus foi crucificado, o dia se transformou em noite, assim como no dia 07 de abril, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, quando alunos e alunas foram assassinados violentamente, sem condição de defesa, sem culpa… o dia também perdeu seu brilho! Morte de inocentes! A Páscoa Cristã conta a morte de Jesus: inocente, sem culpa! Mas não termina aí. A Páscoa cristã nos aponta para a ressurreição, a nova vida: a esperança de um novo amanhecer!
Nesse tempo que antecede a Páscoa (Quaresma – 40 dias antes da Páscoa), que estejamos refletindo sobre a nossa caminhada pessoal e comunitária, sobre o amor de Deus por toda a humanidade, sua paixão, morte e ressurreição
Aos moradores do Rio, nossa Cidade Maravilhosa, desejamos que a Paz de Deus, que é maior que todo o entendimento humano, guarde nossos corações e mentes no amor perfeito de Jesus e que a esperança de um novo dia nos ilumine e nos fortaleça.

Caminhando juntinho com vocês
seus amigos da Pastoral,
Pastora Gláucia Mendes e Pastor Paulo Welte.   

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O que está acontecendo com esse mundo?


O que está acontecendo com esse mundo? (Rev. Bruno Fernandes)

Nesta ultima semana foi noticiado através da mídia mais uma tragédia relacionada à morte de uma criança realizada por uma mãe ao seu próprio filho de poucos meses, como se não bastasse os outros casos registrados anteriormente neste primeiro semestre de 2010. È neste aspecto que surge “a pergunta:” O que está acontecendo com este mundo? Com certa dosagem de convicção e uma outra de espanto eu arriscaria em dizer que estamos vivendo em mundo que se conforma em ser “politicamente correto”, todavia, eticamente destorcido.
Eu me lembro que um dia eu aprendi que a ética é formada a partir de valores comuns a uma sociedade, logo estes valores são voltados para o bem comum de uma massa populacional, não confrontando o bem comum de cada individuo ou grupo estabelecido em determinados seguimentos os espaços próprios.
Percebo a partir de todo este enfoque algumas perdas de valores fundamentais ao desenvolvimento de um projeto consistente de vida, logo Com esta situação constituída temos um fenômeno extremamente cotidiano e doloroso; o que na verdade poderíamos denomina de: “a guerra dos direitos”. Toda família é constituída a partir de bases sólidas como, por exemplo: amor, respeito, compaixão, afeto, carinho, responsabilidades, deveres e cuidado mutuo, hoje o que acontece é a substituição de alguns destes elementos como também as perdas de alguns deles, logo temos uma sociedade com aparência normal e estereotipo comum, todavia interiormente comprometida, sem as devidas bases necessárias, correndo o risco eminente de todo tipo de situação desagregadora em seu núcleo fundamental.
Hoje vivemos em uma sociedade que colhe os frutos das grandes guerras mundiais e não só isto, mas vivemos com as mais diferentes e deturpadas experiências da humanidade, que buscou a qualquer preço seja ele pago através do meio ambiente ou mesmo da exploração humana, conquistar seus troféus de avanço tecnológico. Só para apimentar a questão, quero mencionar o imediatismo do Capitalismo, ou se me permite Ca-petalismo, no que diz respeito à desvalorização do ser humano e a perda da mais nobre de suas instituições a família.

Pois é no final de tudo quem sofre é a família, quem sofre são os indefesos, as crianças os idosos os menos favorecidos. Bem não sou adepto da teologia da libertação, embora eu á admire, no entanto é necessário falar das injustiças e dos relances pertinentes a ela.
O que está acontecendo com este mudo? Bem ele está se transformando, segundo o acumulo de componentes novos a cultura, mas não menos, também está se transformando por causa da saída das grandes bases da humanidade, entre elas o respeito e o amor. Mas também esta se transformando por outros motivos, e na minha análise eu diria que é para pior, por causa da nossa omissão em meio a tantos desafios eminentes.

Creio em uma escatologia aberta, ou seja, naquela em que o futuro é construído a partir das nossas escolhas e principalmente das nossas ações, logo também a espaço para aquilo que já e determinado, no entanto o Nosso Deus continua a nos chamar para a mordomia (cuidado-administração) deste mundo em fase de transformação. Sendo assim a Igreja tem um papel diferenciado, e pro que não dizer, especifica.
Bem, termino como comecei, fazendo a seguinte pergunta: O que esta acontecendo com este mundo? Como ainda existem muitas olhas em branco - quem lê entenda, eu te convido querido leito a refletir sobre esta pergunta e principalmente a sermos igreja de Deus e ajudarmos na transformação, na mudança, no crescimento e alem de tudo, a continuarmos escrevendo uma historia relevante contundente de uma igreja que é de Dons e ministérios, mas principalmente de Discípulos e discípulas e que contribui, não apenas no necessário, mas sim no que é preciso.
Um abraço...
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Qual é a verdadeira marca de um Cristão.


Texto: Cl 3:14 “E, sobre tudo isto, revesti-vos de [amor], que é o vínculo da perfeição”.
Por muito tempo toda a igreja Cristã, mais especificamente os grupos pentecostais, entendeu que a nossa grande diferença em relação ao restante do mundo e da própria Cristandade estava relacionada “a valorização dos Dons do Espírito”, mas precisamente a dom de línguas, todavia gostaria de refletir nesta breve palavra, que é a partir desta prerrogativa que a igreja deixou em muito de influenciar ao mundo, pelo menos no que tange ao seu testemunho relacional e ao seu potencial.
Para começo de conversa os Dons espirituais são de suma importância para a caminhada da igreja, entendo como Dom, a capacitação necessária para a realização de obras especificas, sem os quais tais realizações ficariam impossibilitadas, todavia creio que não podemos nos esquecer do texto de Gl.5-22 ss, texto que relata a primazia da obra do Espírito em nós, gosto muito de relembrar a frase de Jesus que pelo os frutos os conhecereis.
Hoje existe em alguns seguimentos da igreja ou representações da mesma, uma caminhada em prol da busca do Espírito, constituído assim uma busca autentica pelos Dons, busca baseada nas escrituras e fundamentada, entretanto, existe o esquecimento da necessidade de sermos cheios do Fruto, que se manifesta de diversas formas.
O mundo só pode ver de fato a diferença da igreja, quando ela se reveste não apenas do Poder, mas também quando ela tem o Sabor da vida, sabor este provindo do Fruto. Sabor que o mundo necessita, sabor faz toda a diferença.

Deixe me expor uma breve curiosidade: 
Estamos presenciando uma grande explosão “Gospel”, se você gosta, eu também, todavia esta mesma explosão vem acompanhada de alguns grupos sem um rigor ético, e acima de tudo é baseada no vigésimo oitavo livro do novo testamento, é claro que este livro não é canônico, nem ao menos existe, porem é neste” novo livro” que muitos novos movimentos se fundamentam, por exemplo: quando o que importa é o que sentimos, e não o que está escrito, o que vale é derramamento do “Poder” e não a verdade contida na palavra. Este novo livro é ainda reciclável, se não serve aqui é aproveitado ali.

Voltando a nossa pergunta cerne, gostaria de acrescentar que a nossa diferença está no relacionamento, no amor, no compromisso, sendo assim creio ser esta é a nossa grande diferença.
A igreja precisar concentrar suas buscas pelo Deus do amor, pelo Deus que manifesta compaixão e não somente pelo Deus das bênçãos. Bem sabemos que o nosso Senhor é um Deus que abençoa, mas isto é também uma conseqüência, o texto de Dt. 28, fala que eu não correrei atrás de bênçãos são elas é que vão me alcançar, sendo assim, não podemos conceber um evangelho limitado aos interesses, se bem me lembro quem é o Senhor é Deus e não a gente. Portanto é visível nossa responsabilidade como igreja do Senhor de apontarmos e sinalizarmos o reino de Deus.
Somos diferentes quando há em nós mudanças que nós mesmos percebemos, eu preciso ser diferente não é para o outro, por que sendo assim é apenas uma mudança exterior, eu preciso é ser diferente integralmente, e isto se dá através da concepção gerada pelo amor de Deus e pelo reconhecimento que eu mesmo tenho, “o amo de Deus nos constrange”.
È fato que precisa ser eminente esta mudança, o texto aponta “sobre tudo” já não cabe espaços para adaptações ou mesmo uma abordagem mais suave, cabe simplesmente a obediência à instrução.
É evidente que ser diferente também não dever ser tornar o objetivo final, mas sim o de sermos revestidos, logo, quem é revestido de amor, caminha para a perfeição, e na perfeição não existe diferença.
Termino dizendo que somos chamados para sermos sal da terra e luz do mundo, todavia existe algo antes disto, nós também somos chamados a servos mansos e humildes de coração, ou seja, sermos revestidos do fruto essencial à vida e a promoção dela. O amor.



Um abraço,


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Pastor Metodista prega em Culto de Aniversario da U.V.A

Alexandre Machado fala sobre a importância da instituição

O Campus Cabo Frio completou no dia 28 de outubro, nove anos de existência. Para comemorar, foi celebrada missa ecumênica pelo Padre Mauro Nunes e pelo Pastor William Scalioni. Estiveram presentes funcionários, coordenadores e professores. Logo após, foi oferecido um coquetel de confraternização.

“Sinto-me honrado por fazer parte da família UVA. Somos uma instituição que presa pela qualidade. Vários alunos já passaram por nós e hoje eles ocupam importantes cargos na região. Não poderíamos deixar de comemorar o sucesso do Campus Cabo Frio”, afirmou o Alexandre Ferreira Machado, Diretor do Campus Cabo Frio.

A instituição conquistou papel de referência no Ensino Superior, formando profissionais qualificados, correspondendo ao grande crescimento da região. Como consequência do trabalho realizado, a UVA conquistou conceito 4 na avaliação do MEC.

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John Wesley, A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.


John Wesley, uma vida longa em poucas palavras

fonte: Por Christian History & Biography

A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era "um tição colhido do fogo". Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.


John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.

O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.
Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.
Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave - pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu "coração foi estranhamente aquecido". Então seu verdadeiro trabalho começou.
Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério.
John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho.
Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.
Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento.
O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades.
Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica.
Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé - uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo.

O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque "ordenação é separação", efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra.
Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança?
John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.
A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774:

Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.


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Os 8 tipos de inteligência Se você procurar no Google “tipos de inteligência” vai achar alguns com 7, 9 e até 32 tipos… eu irei listar as 8 propostas


Se você procurar no Google “tipos de inteligência” vai achar alguns com 7, 9 e até 32 tipos… eu irei listar as 8 propostas pelo professor de Harvard, Howard Gardner, em sua “teoria das inteligências múltiplas”. Organizei de um modo diferente, personificando cada uma delas. Veja se você consegue se identificar com algum:
  1. O linguista: tem facilidade em se expressar de forma tanto verbal como escrita, escolhe bem as palavras, consegue simplificar questões complexas. É evidente em vendedores talentosos, escritores e consultores. Nas crianças, pode ser encontrado naquelas que perguntam muito ou gostam de ler.
  2. O lógico-matemático: tem facilidade com números, quantidades e possuem raciocínio lógico — como causa e efeito. São os famosos lado-esquerdo do cérebro e mais associados ao QI tradicional. Evidente em engenheiros, programadores, físicos e contadores.
  3. O artista: tem facilidade em desenhar, medir, grandes noções espaciais. É uma pessoa basicamente visual, grava imagens, cores e formas facilmente. Mais evidente em pintores, desenhistas, estilistas, arquitetos, designers e pilotos.
  4. O músico: tem a capacidade de discernir o tom, timbre, entonação e ritmo. Consegue identificar, reproduzir e criar sons com facilidade. Mais evidente em… músicos, claro.
  5. O habilidoso: é o atleta.  É bom em atividades motoras e que exijam muito do corpo. Ele também possui bom timing e equilíbrio entre corpo e mente. Mais evidente em atletas, inventores, dançarinos, artistas-marciais e atores.
  6. O naturalista: quando criança é aquela que gosta de ciência, adora colocar a mão na terra e brincar com todos os tipos de animais. Tem facilidade em diferenciar espécies e vários tipos de coisas. Acredita-se que bons empreendores possuem alta inteligência natural e que ela o ajude a identificar as necessidades dos consumidores e oportunidades de mercado.
  7. O auto-conhecedor: é a pessoa que está sempre em busca de se conhecer melhor, avaliando seus objetivos e analisando suas emoções. Se conhece muito bem e utiliza esse conhecimento para conhecer  e influenciar os outros, além de  planejar ou criar estratégias.  Tem grande interesse em conhecer o ser-humano. Presente em grandes líderes, conselheiros, psicólogos, escritores e outros.
  8. O simpático: se dá muito bem com pessoas. Ouve bastante, comunica-se eficazmente tanto com palavras como com o corpo, gosta de trabalhar em equipe e é sociável. Tem facilidade em saber o que o outro está sentindo e analisar sob diferentes pontos-de-vista. Presente em líderes motivacionais, empreendedores.
Conseguiu se encontrar? Alguns tipos são mais dificeis que outros, mas é importante destacar que todos nós temos as 8 inteligências, a forma como ela está distribuída é que define nossas habilidades — e basicamente quem você é. Isso explica porque algumas pessoas são ótimas em história e péssimas em matemática; ou são grandes funcionários em uma empresa e medíocre em outra (que não exploram as habilidades certas)

texto recebido via e-mail. do site 

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Qual é o seu legado ? Este é tempo de construirmos um legado e de sermos seguidores dos legados deixados para nós.


Para começarmos precisamos saber que legado é diferente de herança, a herança é composta pela passagem de todos os bens e dividas deixada em vida para alguém, já o legado é formado por um ou mais bens deixados pelo Testamento ao legatário que na verdade é a pessoa contemplada para receber determinado bem.
Dentro desta perspectiva, nossa responsabilidade só aumenta, eu diria que inevitavelmente, eu e você iremos deixar algum legado, a questão é, qual será nosso legado, de que ele será constituído?
Hoje já não podemos viver sem pensar nestas questões, dentro de uma esfera material é muito importante que um pai deixe para seu filho uma herança, um legado, uma missão, é claro que eu penso que o legado é muito maior do que uma simples nomenclatura jurídica, mas sim, é uma postulação a ser seguida, é uma passagem de gerações, são exemplos a serem copiados.
Minha geração foi impactada por um legado, e esse legado nos inspira de forma coletiva a avançarmos. Não sei se cabe aqui uma comparação com o conceito de consciente coletivo, embora que eu tenha a compreensão que o legado é especifico em alguns casos, mas o legado às vezes dentro de uma determinada nação funciona desta forma, criando sempre o desejo de avançar de superar de conquistar é de fato uma missão a ser conquistada.
Faço parte de uma geração que precisa urgentemente deixar seu legado, e não somente seguir um, mas para que isso aconteça e necessário construímos um legado.
Não sou fã de listas de auto-ajuda, mas cá para nós de vez enquanto elas são bem proveitosas, então vamos lá, vamos pensar em algumas pistas para começarmos.

Tenha Claro sua Missão quanto ao Seu legado.  De onde ele veio e para onde ele sinaliza. ( Dentro de uma aspecto bíblico) Salomão nasce com legado, eu diria que ele nasceu com  grande peso, no entanto com o tempo ele sente prazer neste legado, uma vez que o legado o faz maior do que ele poderia ser por si próprio.
Um legado diz muito sobre quem você é e Foi.
Um legado sempre te levará, aonde você nunca poderia ir sozinho.
Quem tem um legado para seguir, tem uma história para deixar.


Um forte abraço.  Continua.


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Maior descoberta arqueológica do século pode revelar detalhes sobre origens da igreja cristã.



article 1371290 0B63E82E00000578 233 634x419 Maior descoberta arqueológica do século pode revelar detalhes sobre origens da igreja cristã
Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a "descoberta mais importante da história da arqueologia".
Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que trata-se da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrado os Rolos do Mar Morto, em 1947.
Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 dC. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.
Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.
article 1371290 0B63F05200000578 171 634x432 Maior descoberta arqueológica do século pode revelar detalhes sobre origens da igreja cristã
A maioria das páginas  desses livros metálicos são do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânicoDavid Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser "a maior descoberta da história cristã". "É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja", disse ele.
Após terem sido descobertos por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-los para Israel, onde estão hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.
Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. "Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade... É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade".
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A doutora Margaret Barker (foto), ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: "O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros  de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados."

Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. "Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo... Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido."
Ela refere-se ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de "o Jesus histórico"


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Qual é o seu legado? Você só será lembrado por duas coisas na vida: pelos problemas que resolveu e pelos que criou.



Todos nós temos um legado a ser deixado para alguém, sejam para nossa família, nossos amigos, nossos seguidores, ou mesmos, para as pessoas que estão a nossa volta.
Qual é o seu legado, de que ele é feito, lembre-se Triunfo sem esforço não vale apena.
Legado é algo que marca nossa geração, nossa passagem neste mundo, algo capaz de influenciar, de criar novos Paradigmas.
Hoje é um bom dia para você começar, recomeçar, ou mesmo continuar a deixar sua marca neste mundo, você será lembrado e digo ainda procurado pelo que você representa e é.
Tenha esta perspectiva em sua mente, foque o que é bom, o que faz a diferença.
Você sabe qual é o seu legado?  Se não sabe, este é assunto para nosso próximo texto, até La então! Um forte abraço do seu amigo Bruno Fernandes.  
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Por que eu ainda Creio em Deus e na Igreja.


Por que eu ainda Creio.  

Embora estejamos vivendo o período da pós modernidade é claro e visível que nosso mundo esta em constante transição. Falando ainda em um pouco de pós modernidade, é valido lembrar que para alguns este é apenas uma conceito técnico, e não muito  conciso, independente da conclusão final, fato é que nosso mundo esta mudando e essa mudança é rápida e com o nascimento do período  moderno, em 1789, e o seu fim  por volta do ano 1989, temos então a era Pós moderna. Ressalto estas informações por que no período moderno, o mundo tem uma mudança, ele deixa de ser teocêntrico e começa a ser antropocêntrico, logo a razão é dominante e com o Iluminismo temos o culto a razão dominante, o transcendente é colocado em Duvida, um principio alias que permeava todo aquele contexto com a filosofia de Rene Descartes, com seu método do conhecimento através da experiência, para ele o conhecimento era basicamente empírico, apoiado no principio da duvida, que alias vai ser contrapor ao de Kant, cuja tese, se foca no conhecimento oriundo da Razão. Nesta época vivemos um período da duvida do Sobrenatural, tudo é colocado em Cheque.
Já no período que denominamos de Pós moderno, temos a livre expressão, a livre concorrência, o discurso que vale é o da Tolerância, tudo é aceitável, alias para mim, Bruno Fernandes, um tempo em que nem os princípios morais e nem a ética, tem muito espaço, mesmo dentro do sentido de questionar os valores, uma vez que o que vale é que ninguém venha a ser refutado, colocado em duvida.
Mas afinal, por que ainda Creio? Eu creio por que todos estes princípios aqui expostos são validos sim, no entanto formam uma enorme condução de períodos históricos reais, mas que não são capazes de substituir aquilo para qual fui chamado, ser servo de Cristo.
Eu creio, por que mesmo em  um período de Relatividade total, eu sou adepto do teólogo Karl Barth, no que ele diz a respeito de Deus, declarando que ele é de fato totalmente o outro, uma defesa diante dos teólogos mais liberais, e com ênfase no Panteísmo, Sim para mim Deus é Totalmente o outro, aquele que se revela com ênfase na sua essência única.
Eu creio por que na verdade a palavra continua sendo para mim fonte de inspiração e superação, mesmo nos momentos mais difíceis.
Eu Creio Por causa da igreja Também,.Vivemos em  tempos no qual a igreja é questionada e as vezes ridicularizada, no entanto eu creio que a Igreja é baluarte da verdade, é cheia de autoridade, é cheia de capacidade, é pronta para servir, é predestinada a Adorar, é chamada a sair de si, é rica, não de recursos humanos, mas rica da unção, da revelação, do estado da graça invisível sendo visível a partir dos sacramentos, eu creio sim,  e continuarei crendo. 
E Entendo que nao crer é se render ao Deus deste século, eu Creio e continuarei crendo.


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Bispo Lockman. Palavra mes de Março. Novo ano: Tempo de Mudança.

Graça e Paz!


Novo Ano: Tempo de Mudança

“Disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu,

quando fugias da presença de Esaú, teu irmão. Então, disse Jacó à sua família e a todos os

que com ele estavam: Lançai fora os deuses estranhos que há no vosso meio,

purificai-vos e mudai as vossas vestes.” (Gn 35.1-2)





1-Coragem para mudar

Cansamos de repetir a frase bíblica: “Eis que faço novas todas as coisas...” (Ap 21.5), mas seguimos repetindo o nosso antigo modelo de ministério. Quando Paulo escreve aos Filipenses e diz:



“Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha

presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei

a vossa salvação com temor e tremor.” (Fp 2.12).



Como desenvolver a nossa salvação sem mudanças? Deixar práticas pecaminosas, assumir novos desafios na vida cristã e no ministério são apelos a mudanças. O próprio Paulo exorta a Timóteo e diz: “Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina.” (1 Tm 4.16). Bill Hybels propõe uma paráfrase para traduzir o que Paulo diz: “Examine a si mesmo e examine a sua vida. Então mude tudo que puder mudar para aliviar a sua carga e ajudá-lo a vencer no seu chamado.”

Pergunte a um pastor que deixou o ministério e ou que está pensando em deixar. Entre o que ouvimos está: “... não aguentava mais a rotina pastoral, os mesmos encargos, etc...” O que faltou? O que falta? Entre outras coisas, coragem para mudar. Há coisas de ordem institucional e mesmo teológica que você não pode mudar, mas pode mudar a forma de atendê-las; por outro lado, há uma infinidade de desafios novos que implicam mudanças, que dá trabalho, mas traz muita alegria e realização.

Teu Senhor e Salvador mudou o sábado e seu ritualismo, mudou a situação das mulheres, das crianças, mudou da antiga para a nova Aliança. João Wesley mudou de um sacerdote inglês conservador, para um missionário avivalista, permitiu os leigos pregarem, realizou celebrações fora do templo, abriu novos caminhos de educação, etc... O povo de Israel estava no deserto por quarenta anos, sem perspectivas, além de entrar em Canaã ou voltar para o Egito. Mas, a promessa pedia coragem e Fé para atravessar o rio Jordão, na época de cheia, já que ninguém sabia nadar, pois vinham de quarenta anos de deserto. Correram riscos de mudar para melhor:



“Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes que

levam a arca do SENHOR, o Senhor de toda a terra, pousem nas águas do Jordão,

serão elas cortadas, a saber, as que vêm de cima, e se amontoarão. Tendo

partido o povo das suas tendas, para passar o Jordão, levando os sacerdotes

a arca da Aliança diante do povo; e, quando os que levavam a arca chegaram

até ao Jordão, e os seus pés se molharam na borda das águas (porque o Jordão

transbordava sobre todas as suas ribanceiras, todos os dias da sega), pararam-se

as águas que vinham de cima; levantaram-se num montão, mui longe da cidade

de Adã, que fica ao lado de Sartã; e as que desciam ao mar da Arabá, que é o

mar Salgado, foram de todo cortadas; então, passou o povo defronte de Jericó.

(Js.3.13-16)



Mudança traz riscos, mas também traz compensações, frutos, e avanço missionário. E nunca é tarde para mudar, não importa a idade que você tenha, nem o tempo de ministério, pense que o melhor de Deus vai acontecer amanhã. Por maiores que sejam as bênçãos que você já experimentou, sim, algo novo de Deus está por vir.





2- Por que precisamos de mudança?

Na maioria dos ministérios em colapso, encontramos líderes pastorais arrependidos de não terem feito algumas mudanças em sua vida e ministério na ocasião em que tiveram oportunidade.

As justificativas são: “Não tive coragem. Não quis desagradar ninguém da minha igreja. Temia não dar certo, diminuir a arrecadação, etc...”

Enfim, precisamos mudar porque a sociedade está mudando, se queremos comunicar a este povo, temos de mudar nossa maneira de apresentar a mensagem, de organizar os ministérios da igreja, precisamos abrir espaços para gente jovem e criativa em nossa assessoria.

Mas, como vimos, precisamos mudar porque Jesus mudou, Wesley mudou, sim, nossas referências históricas e espirituais pedem isso.



Sejamos sinceros: Estamos satisfeitos com o que já conquistamos? Deixem-me compartilhar uma experiência pessoal. Enquanto pastor, vivi crescimento em todas as igrejas que pastoreei. Mas hoje sei que podia ter crescido muito mais, e fico envergonhado de não ter tido à experiência espiritual e missionária que tenho hoje. Por que esperar 10 ou 20 anos para nos darmos conta que podíamos ter frutificado muito mais. Comece mudanças hoje que você sabe que precisam ser feitas. Arrisque, mas não se acomode. Deus tem sempre algo melhor para você. Agradeça pelo que já conquistou, e diga: “Senhor tu és grande e poderoso, eu quero, eu quero, muito, mas muito, te servir melhor, a ti, e a tua Igreja, e ver coisas grandes acontecendo. Amém! Amém!





3- Mudanças que podem e precisam acontecer

Tenho usado a seguinte frase que aprendi na minha terra: “Quem muito abraça pouco aperta.” Ou: “Quem tem muitas prioridades não tem nenhuma.” Ou: “Não tem vento favorável para quem não sabe a que porto quer chegar.”

Por isso, saia de sua interminável corrida de querer agradar todo mundo, atender todo mundo. Você não vai conseguir, e quando se der conta, viveu 10 anos de ministério, e não conseguiu realizar muita coisa, além de estar exaurido, cansado, quando não desmotivado, pensando em desistir.

Para ajudar, recordo que você é membro e pastor de uma Igreja que tem uma visão que segue a de Jesus: “... Eu porém, vos digo: erguei os olhos e vede os campos, pois já branquejam para a ceifa...” (Jo 4.35b).

Atendendo a esta palavra de Jesus é que erguendo os olhos e vendo o campo, nós estamos orando e trabalhando para: “O Evangelho para cada pessoa no Estado do Rio de Janeiro, um grupo de discipulado para cada rua, e uma igreja para cada bairro, ou cidade. Com vista a alcançar 1.000.000 de discípulos/as”. Ninguém pode contestar a visão sem negar o Evangelho. Ela está baseada no que Jesus quer fazer. Tome a sua decisão, eu quero mudar para melhor, quero frutificar mais, Jesus merece. E então mobilize sua igreja, ainda que somente meia dúzia responda, comece e defina a visão aplicada a sua realidade, e sobre nenhuma razão desista, você é servo/a de Deus, e esta obra é de Deus, e é Ele que quer fazer novas todas as coisas... no seu ministério e na igreja também.





4- Para isto torne prioridade em sua vida:

a) Faça discípulos. A partir de sua liderança, invista neles, motive, ministre, ore com eles, faça deles verdadeiros homens e mulheres de Deus. Você tem dificuldade para fazer discípulos, busque ajuda, não seja arrogante, mas humilde, há na 1ª RE, igrejas com pastores/as que estão se multiplicando através do discipulado, procure e insista: eu quero aprender”. Duvido que você não encontre apoio.



b) Não fique só! Nosso ministério pastoral é por natureza solitário. Ouvimos e vivemos situações que não podemos compartilhar nem com nossa esposa/o, várias situações de desafios enfrentamos sozinhos. Nossa visão recente de desenvolvermos um pastoreio de pastores é porque nós precisamos ser pastoreados. Precisamos de alguém amigo, que nos diga: “não vá por aí, porque você vai se dar mal...” Alguém que nos encoraje, com o/a qual podemos dividir as cargas. Que nos estimule a mudar coisas na nossa vida e ministério, colega para o/a qual nós também seremos apoio e estímulo. Se você ainda não formou seu grupo de companheiro/a de jugo, procure urgente colegas para isso. Se precisar de orientação, entre em contato com alguns dos colegas que estão coordenando o pastoreio de pastores; são eles: Rev. Ewander Ferreira de Macedo, Rev. Lúcio de Sant'Anna Ferreira, Revda. Fátima da Cruz Valente, Rev. Maximiliano Miler, Rev. Marcos Gomes Torres, Rev. Régison Marcos Coutinho Santos , Revda. Carla Simone Alves, Rev. César dos Santos Silva.



c) Distribua mais tarefas à sua liderança, dê oportunidade de eles errarem, acertarem e crescerem. Deixe a centralização, deixe seu povo fazer e frutificar.



d) Dinamize sua vida devocional. Primeiro não abra mão de ter um tempo com Deus diariamente. Espalhe pela casa lembretes escritos. Já falou com Deus hoje? Que tipo de teólogo, pastor e homem/mulher de Deus podemos ser sem falar com Deus e meditar na sua Palavra? Honestamente, devemos admitir: Medíocres! Sim, é a dura realidade.

e) Dê tempo a sua família. Eleja dia, horário, para estar com sua família. Se perder a sua família, você perde seu ministério; não tem saída.



Voltarei ao tema no próximo mês.


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Eseque, Sitna, Reobote. Para quem não Desiste o fim sera de grande exito.


                                                                                                       Isaque e sua caminhada.( Pontos e reflexões.) 

Introdução: Chega o dia que todos nós precisamos crescer e avançar, porem para isso é necessário, muito mais do que uma simples vontade, é necessário visão, unção, graça. Isaque é desafiado a avançar em seus limites, toda situação de Crise, também é uma situação de oportunidade de crescimento e avanço.
Percebemos isso com o desenvolvimento ministerial de isaque que Deus nos abençoe.

1.    Isaque, Visão e obediência.   Caminhos que levam a conquista. 

·        Teve a visão a sensibilidade. 
·        Foi obediente, não foi soberbo, mas soube obedecer.  A obediência traz vitória.

2.    Para quem Deseja avançar, o caminho da corvadia e da mentira devem ser evitados.

·        Teve medo.  E usou a estratégia do seu Pai.   Qual influencia você gera na vida do Seu filho.
·        Mentiu.  Atitude do Covarde.
·        Porem se arrepende e muda de direção.


3.    Quando não há nada oculto, a benção se manifesta.  

·        Sua colheita foi sobrenatural.  Naquele ano da confissão.
·        Avançou em meio à crise. Não foi parado por circunstância.
·        Foi invejado por Filisteus.
 4.    Isaque. Não se Limita a condições mais a benção de Deus.
 ·        Não é lugar onde você estar, mas quem estar com você lá.  Deus estava com ele.
  • A sua conquista tem nome e é dada por herança. Ele insiste na herança.  Persevera. No que é dele.
  • O que te pertence, pertence a ele e a mais ninguém.
 5.    Aprendendo a lidar com as oposições.  Alcançando o lugar da Frutificação.
 ·        Isaque não se desanima por causa das pressões exteriores: Ele avança no seu propósito.
·        Só tem um jeito de calar  o inimigo é não parar de fazer o que você esta fazendo.
·        * Eseque:  Águas que geram  contenda.   É boa, é viva, mas gera contenda. Gera morte.
·        Sitna: Inimizade, briga, inveja.  Mas maior é Deus em Nossas vidas.
·        Reobote.  Crescemos na terra. Avamos, alargamos,  frutificamos.
Os inimigos, não vão poder-te seguir para  qualquer lugar, tem lugar que só os filhos de Deus alcançam .
 6.    Isaque e Seu contexto.
 ·        Aqui aprendemos lidar com algumas dificuldades na vida, pois certamente encontraremos situações parecidas.
·        Aprendendo a Lidar com os entalhadores de Poços.   Avance.
·        Aprendendo ser um desentulhador de poço.  Todo mundo precisa deles.
  • Aprendendo ser Cavador de poços. Ampliando seus horizontes. 
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Bruno Fernandes | by TNB ©2010