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Confirmado: Assassino de alunos em Realengo frequentou

Confirmado: Assassino de alunos em Realengo frequentou mesquita islâmica. Anotações revelam ligação com suposto grupo terrorista
Contra muitas opiniões que afirmavam que Wellington Menezes não era muçulmano e até que ele seria cristão, foi confirmado que o jovem que matou 12 adolescentes em uma escola em Realengo era muçulmano, frequentou uma mesquita e fazia parte de um possível grupo terrorista.
Durante a série de depoimentos colhidos pela Polícia para a investigação, foi oficialmente assumido que o jovem assassino seria muçulmano radical, uma versão distorcida e extremista do Islamismo verdadeiro. Uma das irmãs do atirador revela que nos últimos anos ele frequentou uma mesquita no centro do Rio de Janeiro, contrariando a nota oficial da entidade afirmando que Wellington não frequentava templos da religião Islâmica.
Em cartas e manuscritos, revelados pelo programa Fantástico da TV Globo, foi possível também perceber a existência de um “grupo”, como ele chamava, liderado por um homem chamado de Abdul, que teria chegado de outro país para o Rio de Janeiro. Segundo relatos do próprio assassino para pessoas próximas, o grupo realizava reuniões fechadas na Barra da Tijuca e Recreio dos Bandeirantes, ambos na Zona Oeste do Rio de Janeiro.
De acordo com os manuscritos, o grupo teria ido para o Rio de Janeiro e Wellington os procurou, após o jovem revelar o que acreditava e o que gostaria de fazer foi recebido como membro do “grupo”: “Tenho certeza que foi o meu pai quem os mandou aqui no Brasil ele reconheceu o Abdul e mandou que ele ‘viec’ com os outros precisamente ao Rio… porque quando eu os conheci e revelei ‘tudo’ a eles eu fui ‘muito’ bem recebido e houve uma grande comemoração”
As cartas também revelam que Wellington teve um desentendimento com o grupo e em seguida decidiu seguir sozinho com suas vontades. De acordo com o diário o rompimento com o grupo teria acontecido porque uma jovem não identificada teria o convidado para visitar uma igreja também não identificado: “É que eu resolvi falar sobre a menina que me convidou a ir a igreja dela e antes de eu terminar ele já foi cortar logo no início ao invés de ouvi-la depois disso ele me ligou umas vezes e eu disse que estou saindo por respeito ao grupo”.
Apesar de ter saido do grupo, Wellington pareceu se ligar ainda mais ao Islã radical tendo dedicado horas todos os dia para isso: “Estou fora do grupo, mas faço todos os dias a minha oração do meio-dia que é a do reconhecimento a Deus e as outras cinco que são da dedicação a Deus e umas quatro horas do dia passo lendo o alcorão. Não o livro, porque ficou com o grupo, mas partes que eu copiei para mim. E o resto do tempo eu fico meditando no lido e algumas vezes meditando no onze de setembro”.
Mesmo com o conteúdo dos manuscritos o sheik Jihad Hassan reafirma que Wellington Menezes não era muçulmano: “A religião islâmica proíbe esses atos. Ela não dá amparo, não ensina, ela não dá esses ensinamentos, ela não acolhe esse tipo de pessoa, esse tipo de pensamentos, ela ensina o bem. Ensina a preservar a vida, e não a tirar a vida”.
A Polícia Militar informou que não abrirá linha de investigação para saber se o ato foi um atentado terrorista. A Polícia Federal anunciou investigação para apurar se Wellington teve ligação com algum grupo terrorista.
Fonte: Gospel+
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Decisões Institucionais:COREAM da I Região contraria proposta ...


COREAM da I Região contraria proposta da delegação e se manifesta contrária a proposta de Redistribuição Territorial das Regiões da Igreja Metodista no Brasil 

Delegação gostaria de discutir a reorganização territorial da Igreja Metodista às luz das neessidades missionárias.

Rio de Janeiro, 08 de Abril de 2011.
A delegação da 1ª Região Eclesiástica ao 19ª Concílio Geral reunida no dia 19 de Março de 2011, na Igreja Metodista do Catete, apreciou a proposta da COGEAM, de reorganização geográfica numa perspectiva missionária apresentada em destaques pelo Revmo. Bispo Paulo Lockmann, e encaminhou à COREAM a proposta aprovada pela delegação:

“Que a proposta de redistribuição territorial do Brasil, encaminhada pela COGEAM,
tenha parecer favorável da COREAM da 1ª RE, para que o assunto seja
discutido em plenário do 19º Concílio Geral de 2011.”


A COREAM – Coordenação Regional de Ação Missionária reunida em 31 de Março de
2011, decide que se manifesta contrária a proposta de Redistribuição Territorial das Regiões da Igreja Metodista

 no Brasil.


Fonte Site.  Metodista de vila Isabel. .  

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De uma fé perdoadora a uma fé vencedora


A alegria da ressurreição ...alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor (Jo 20.20) De uma fé perdoadora a uma fé vencedora Verificamos na vida religiosa do povo brasileiro de tradição católica e romana um fascínio pelo tema da paixão e crucificação de Jesus. O Cristo sofredor é o rosto que habita a lembrança religiosa do povo, a tal ponto que podemos dizer ter sido um elemento decisivo na maneira de encarar a própria vida diária.

Tal figura que celebra o sofrimento de Jesus é tão profunda e foi se estendendo e enraizando nestes quinhentos anos, da colonização ao império, e dos impérios às diferentes fases da república, que o Cristo sofrido na cruz é a grande síntese cultural do cristianismo católico brasileiro, e por que não dizer latino-americano, já que este quadro se repete na América Latina. Por todo lado se celebra nas músicas, nas pinturas, nas esculturas e nas encenações teatrais ocorridas na semana chamada santa. Este Cristo sofredor, morto, derrotado, torna-se uma figura de dar pena, de fazer chorar. Aliás, choro e tristeza é o que sente o povo ao ver aquelas procissões e aquele Filho de Deus derrotado.
Sem dúvida, a morte na cruz do Filho de Deus, o Messias Jesus, é fundamental como tema teológico e uma denúncia clara sobre a morte do inocente, tão frequente em nosso Brasil. Precisamos denunciar que a exploração desta imagem de celebração do sofrimento e da morte marcou muito o modo de ser do povo brasileiro, pois foi usado pelos colonizadores e pelas classes dominantes para domesticar e explorar o povo. A lógica foi sempre que o mundo é lugar de sofrimento; um dia conquistaremos abundância no céu. Desse modo, cristianizou-se e sacralizou-se a morte e o sofrimento como a única forma legítima de existência cristã.
De acordo com essa visão, os cristãos são chamados para serem pobres, humildes e sofredores, e, consequentemente, derrotados. Esse tem sido um uso ideológico da fé cristã, que não faz justiça ao texto dos Evangelhos e dos escritos do Novo Testamento. Isso se impôs a ponto de não podermos ter nenhuma outra expectativa do Evangelho, senão a salvação no céu. Não faz justiça, pois ignora que a prisão e a morte duraram três dias, mas a ressurreição dura para sempre. É superdimensionar esses três dias e ignorar a vitória e a alegria que nos traz o domingo da ressurreição (Jo 20.20). Nossa fé não é perdedora, muito pelo contrário, é vencedora. (Rm 8.37; 1Jo. 5.4).


Ressurreição e Evangelho como anúncio da alegria e da vitória
Quando lemos os textos da ressurreição, é notório o sentimento de alegria que a notícia trouxe: Maria Madalena, Pedro e os discípulos não conseguem disfarçar o sentimento de euforia de que são tomados: "...e retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos." (Mt 28.8).
Na ressurreição, cumpre-se a própria palavra de Jesus: "É necessário que o Filho do Homem sofra muitas coisas (...)  seja morto e, no terceiro dia, ressuscite" (Lc 9.22). Com isso fica claro que a morte de Jesus é uma resposta de Deus e uma denúncia a problemas do pecado do ser humano, onde ressurreição aponta para o perdão, nova vida e a vitória da vida sobre a morte.
Esta realidade, vivida e anunciada por Jesus, do nascimento à ressurreição, é o Evangelho. Euanggéliou - como o próprio nome grego diz, significa: eu = bem e/ou alegria, e anggéliou = mensageiro¹. Assim, Evangelho é a mensagem da alegria, literalmente boa notícia, ou notícia de bem, mas que, sobretudo, traz a alegria da salvação.
Em todo o Novo Testamento isso é experimentado e anunciado. A começar do dia de Pentecostes, ali o temor e a timidez aprisionavam a Igreja, o vento e a chama do Espírito Santo tomaram conta da Igreja e a lançaram nas ruas de Jerusalém, com grande entusiasmo, ousadia e alegria (At 2.11-13). O gozo e alegria eram tão grandes no dar o testemunho de Jesus que o povo os imaginou embriagados (At 2.13).
Para Jesus, a descoberta do Reino é motivo de alegria, assim está explícito nas parábolas do Reino de Deus. Ao ponto de que, na do tesouro escondido, o texto fala de "(...) transbordante de alegria vai vende tudo o que tem, e compra aquele campo." (Mt 13.44). O apóstolo Paulo diz na sua carta aos Romanos que o Reino de Deus é de paz e alegria, certamente seguindo o ensino de Jesus (Rm 14.7).
Mas por que essa alegria? Certamente porque não precisamos mais chorar pela morte do nosso Senhor, como fazia Maria junto ao sepulcro, até que descobriu estar vivo aquele por quem ela chorava. Sim, ressurreição é alegria por causa da vitória, e porque "quem crê em Cristo, ainda que esteja morto viverá, e todo que nEle crê, não morrerá eternamente" (Jo. 11.25-26). Paulo, provocativamente, pergunta na primeira carta aos Coríntios: "Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, teu aguilhão?" (1Co 15.55).
Com isso, fica provado que o Deus da Bíblia não se alegra com a morte dos inocentes. A sentença injusta sobre Jesus foi anulada pela ressurreição. Assim, pregar o Evangelho é continuar a obra de Deus, por meio de nossa luta contra a opressão e a morte, explícita em todo pecado e suas diferentes formas na sociedade. Nossa fé é vencedora porque servimos a um Deus  vencedor (Sl 20.5; 2Co 15.57).
Nesta Páscoa, deixemos nos envolver pelo clima da alegria da vitória da vida sobre a morte. Jesus Ressuscitou!  Alegremo-nos e nos regozijemos nEle. "Assim, também, agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém pode tirar" (Jo 16.22)




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1. Coenen, Lothar, editor. Theologisches Begriffslexikon zum Neuen Testament, Wuppertal: Theologischer Verlog Rolf Brockhaus, 1971 (Há tradução em Português - 4 temas - Ed. Vida Nova).


Bispo Paulo Lockmann
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A alegria da ressurreição. Bispo Lockmann


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A alegria da ressurreição
“...alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor.” (Jo 20.20)

1)    De uma fé perdoadora a uma fé vencedora
Verificamos na vida religiosa do povo brasileiro de tradição católica e romana um fascínio pelo tema da paixão e crucificação de Jesus. O Cristo sofredor é o rosto que habita a lembrança religiosa do povo, a tal ponto que podemos dizer ter sido um elemento decisivo na maneira de encarar a própria vida diária.



Tal figura que celebra o sofrimento de Jesus é tão profunda e foi se estendendo e enraizando nestes quinhentos anos, da colonização ao império, e dos impérios às diferentes fases da república, que o Cristo sofrido na cruz é a grande síntese cultural do cristianismo católico brasileiro, e por que não dizer latino-americano, já que este quadro se repete na América Latina. Por todo lado se celebra nas músicas, nas pinturas, nas esculturas e nas encenações teatrais ocorridas na semana chamada santa. Este Cristo sofredor, morto, derrotado, torna-se uma figura de dar pena, de fazer chorar. Aliás, choro e tristeza é o que sente o povo ao ver aquelas procissões e aquele Filho de Deus derrotado.



Sem dúvida, a morte na cruz do Filho de Deus, o Messias Jesus, é fundamental como tema teológico, e uma denúncia clara sobre a morte do inocente, tão frequente em nosso Brasil.
Precisamos denunciar que a exploração desta imagem de celebração do sofrimento e da morte marcou muito o modo de ser do povo brasileiro, pois foi usado pelos colonizadores e pelas classes dominantes para domesticar e explorar o povo. A lógica foi sempre que o mundo é lugar de sofrimento; um dia conquistaremos abundância no céu. Desse modo, cristianizou-se e sacralizou-se a morte e o sofrimento como a única forma legítima de existência cristã. De acordo com esta visão, os cristãos são chamados para serem pobres, humildes e sofredores, e, consequentemente, derrotados. Este tem sido um uso ideológico da fé cristã, que não faz justiça ao texto dos Evangelhos e dos escritos do Novo Testamento. Isso se impôs a ponto de não podermos ter nenhuma outra expectativa do Evangelho, senão a salvação no céu. Não faz justiça, pois ignora que a prisão e a morte duraram três dias, mas a ressurreição dura para sempre. É superdimensionar esses três dias e ignorar a vitória e a alegria que nos traz o domingo da ressurreição (cf. Jo. 20.20). Nossa fé não é perdedora, muito pelo contrário, é vencedora. (cf. Rm 8.37; 1Jo. 5.4).  

2)    Ressurreição e Evangelho como anúncio da alegria e da vitória
Quando lemos os textos da ressurreição, é notório o sentimento de alegria que a notícia trouxe: Maria Madalena, Pedro e os discípulos não conseguem disfarçar o sentimento de euforia de que são tomados:

“...e retirando-se elas apressadamente do sepulcro, tomadas
de medo e grande alegria, correram a anunciá-lo aos discípulos.”
(Mt 28.8).

Na ressurreição, cumpre-se a própria palavra de Jesus:

“É necessário que o Filho do Homem sofra muitas
coisas ...  seja morto e, no terceiro dia, ressuscite”.
(Lc. 9.22).

Com isso fica claro que a morte de Jesus é uma resposta de Deus e uma denúncia a problemas do pecado do ser humano, onde ressurreição aponta para o perdão, nova vida e a vitória da vida sobre a morte.
Esta realidade, vivida e anunciada por Jesus, do nascimento à ressurreição, é o Evangelho. Euanggéliou – como o próprio nome grego diz, significa: eu = bem e/ou alegria, e anggéliou = mensageiro¹. Assim Evangelho é a mensagem da alegria, literalmente boa notícia, ou notícia de bem, mas que, sobretudo, traz a alegria da salvação.



Em todo o Novo Testamento isso é experimentado e anunciado. A começar do dia de Pentecostes, ali o temor e a timidez aprisionavam a Igreja, o vento e a chama do Espírito Santo tomou conta da Igreja e a lançou nas ruas de Jerusalém, com grande entusiasmo, ousadia e alegria. (cf. At. 2.11-13). O gozo e alegria eram tão grandes no dar o testemunho de Jesus que o povo os imaginou embriagados (cf. At. 2.13).
    Para Jesus, a descoberta do Reino é motivo de alegria, assim está explícito nas parábolas do Reino de Deus (cf. Mt. 13). Ao ponto de que, na do tesouro escondido, o texto fala de

“...transbordante de alegria vai vende tudo o que tem,
e compra aquele campo.” (Mt 13.44).

O apóstolo Paulo diz na sua carta aos Romanos que o Reino de Deus é de paz e alegria, certamente seguindo o ensino de Jesus (cf. Rm. 14.7).
    Mas por que esta alegria? Certamente porque não precisamos mais chorar pela morte do nosso Senhor, como fazia Maria junto ao sepulcro, até que descobriu estar vivo aquele por quem ela chorava.
    Sim, ressurreição é alegria por causa da vitória, e porque

“...quem crê em Cristo, ainda que esteja morto viverá,
e todo que nEle crê, não morrerá eternamente.”
(Jo. 11.25-26).

Paulo, provocativamente, pergunta na primeira carta aos Coríntios:

“Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está,
ó morte, teu aguilhão?” (1Co. 15.55).

    Com isso fica provado que o Deus da Bíblia não se alegra com a morte dos inocentes. A sentença injusta sobre Jesus foi anulada pela ressurreição. Assim, pregar o Evangelho é continuar a obra de Deus, através da nossa luta contra a opressão e a morte, explícita em todo pecado e suas diferentes formas na sociedade. Nossa fé é vencedora porque servimos a um Deus que é vencedor (cf. Sl. 20.5; 2Co. 15.57).
    Nesta Páscoa deixemos nos envolver pelo clima da alegria da vitória da vida sobre a morte. Jesus Ressuscitou!  Alegremo-nos e nos regozijemos nEle.

“Assim, também, agora vós tendes tristeza; mas outra vez
 vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria
 ninguém pode tirar.” (Jo. 16.22)

Bispo Paulo Lockmann
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1. Coenen, Lothar, editor. Theologisches Begriffslexikon zum Neuen Testament, Wuppertal: Theologischer Verlog Rolf Brockhaus, 1971 (Há tradução em Português – 4 temas – Ed. Vida Nova).
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Um dia onde o sol escureceu. Reflexão sobre o Drama em Realengo.


Um dia onde o sol escureceu

Dia 08 de abril, quinta-feira, dia ensolarado no Rio de Janeiro, dia sombrio pela dor, perplexidade… pela morte, pelo luto!
Hoje, o Rio está de luto! A cidade chora a morte de 12 alunos de um Colégio Municipal em Realengo. Famílias que na quinta-feira, acordaram pensando que “mais um dia da rotina da vida seria realizado”… NÃO FOI ASSIM! Foi uma quinta-feira que nunca mais será esquecida! Uma rotina que foi dilacerada pela violência! Sonhos interrompidos, vidas roubadas de seus amados! De repente uma escola vira campo sangrento de batalha!
Um lugar destinado ao ensino-aprendizagem, ao diálogo, às descobertas do saber, espaço de troca, de valorização das experiências pessoais, das conquistas da libertação – que o conhecimento produz; espaço onde a amizade, o respeito e a solidariedade são cultivados… Tudo muda e num instante “mais um dia” virou “o dia”.
Nós da Pastoral Bennett e toda a comunidade bennettense, demonstramos nossa tristeza e solidariedade às famílias enlutadas.
Nesta sexta-feira a Pastoral realizou três solenidades junto aos alunos do Colégio Bennett, a partir do 6o. ano até o Ensino Médio. Essas solenidades foram regidas num tom de tristeza, solidariedade, reflexão crítico-social, fraternidade, comunhão e consolo.
O texto bíblico destacado se encontra no Evangelho de Mateus, capítulo 5.9, onde Jesus diz: “Bem-aventurado (felizes) os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus.”
A reflexão é para que cada um de nós seja um pacificador de nossos dias, promovendo a paz em nossos lares, na escola, e em todos os outros grupos onde convivemos.
Quando Jesus foi crucificado, o dia se transformou em noite, assim como no dia 07 de abril, na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, quando alunos e alunas foram assassinados violentamente, sem condição de defesa, sem culpa… o dia também perdeu seu brilho! Morte de inocentes! A Páscoa Cristã conta a morte de Jesus: inocente, sem culpa! Mas não termina aí. A Páscoa cristã nos aponta para a ressurreição, a nova vida: a esperança de um novo amanhecer!
Nesse tempo que antecede a Páscoa (Quaresma – 40 dias antes da Páscoa), que estejamos refletindo sobre a nossa caminhada pessoal e comunitária, sobre o amor de Deus por toda a humanidade, sua paixão, morte e ressurreição
Aos moradores do Rio, nossa Cidade Maravilhosa, desejamos que a Paz de Deus, que é maior que todo o entendimento humano, guarde nossos corações e mentes no amor perfeito de Jesus e que a esperança de um novo dia nos ilumine e nos fortaleça.

Caminhando juntinho com vocês
seus amigos da Pastoral,
Pastora Gláucia Mendes e Pastor Paulo Welte.   

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O que está acontecendo com esse mundo?


O que está acontecendo com esse mundo? (Rev. Bruno Fernandes)

Nesta ultima semana foi noticiado através da mídia mais uma tragédia relacionada à morte de uma criança realizada por uma mãe ao seu próprio filho de poucos meses, como se não bastasse os outros casos registrados anteriormente neste primeiro semestre de 2010. È neste aspecto que surge “a pergunta:” O que está acontecendo com este mundo? Com certa dosagem de convicção e uma outra de espanto eu arriscaria em dizer que estamos vivendo em mundo que se conforma em ser “politicamente correto”, todavia, eticamente destorcido.
Eu me lembro que um dia eu aprendi que a ética é formada a partir de valores comuns a uma sociedade, logo estes valores são voltados para o bem comum de uma massa populacional, não confrontando o bem comum de cada individuo ou grupo estabelecido em determinados seguimentos os espaços próprios.
Percebo a partir de todo este enfoque algumas perdas de valores fundamentais ao desenvolvimento de um projeto consistente de vida, logo Com esta situação constituída temos um fenômeno extremamente cotidiano e doloroso; o que na verdade poderíamos denomina de: “a guerra dos direitos”. Toda família é constituída a partir de bases sólidas como, por exemplo: amor, respeito, compaixão, afeto, carinho, responsabilidades, deveres e cuidado mutuo, hoje o que acontece é a substituição de alguns destes elementos como também as perdas de alguns deles, logo temos uma sociedade com aparência normal e estereotipo comum, todavia interiormente comprometida, sem as devidas bases necessárias, correndo o risco eminente de todo tipo de situação desagregadora em seu núcleo fundamental.
Hoje vivemos em uma sociedade que colhe os frutos das grandes guerras mundiais e não só isto, mas vivemos com as mais diferentes e deturpadas experiências da humanidade, que buscou a qualquer preço seja ele pago através do meio ambiente ou mesmo da exploração humana, conquistar seus troféus de avanço tecnológico. Só para apimentar a questão, quero mencionar o imediatismo do Capitalismo, ou se me permite Ca-petalismo, no que diz respeito à desvalorização do ser humano e a perda da mais nobre de suas instituições a família.

Pois é no final de tudo quem sofre é a família, quem sofre são os indefesos, as crianças os idosos os menos favorecidos. Bem não sou adepto da teologia da libertação, embora eu á admire, no entanto é necessário falar das injustiças e dos relances pertinentes a ela.
O que está acontecendo com este mudo? Bem ele está se transformando, segundo o acumulo de componentes novos a cultura, mas não menos, também está se transformando por causa da saída das grandes bases da humanidade, entre elas o respeito e o amor. Mas também esta se transformando por outros motivos, e na minha análise eu diria que é para pior, por causa da nossa omissão em meio a tantos desafios eminentes.

Creio em uma escatologia aberta, ou seja, naquela em que o futuro é construído a partir das nossas escolhas e principalmente das nossas ações, logo também a espaço para aquilo que já e determinado, no entanto o Nosso Deus continua a nos chamar para a mordomia (cuidado-administração) deste mundo em fase de transformação. Sendo assim a Igreja tem um papel diferenciado, e pro que não dizer, especifica.
Bem, termino como comecei, fazendo a seguinte pergunta: O que esta acontecendo com este mundo? Como ainda existem muitas olhas em branco - quem lê entenda, eu te convido querido leito a refletir sobre esta pergunta e principalmente a sermos igreja de Deus e ajudarmos na transformação, na mudança, no crescimento e alem de tudo, a continuarmos escrevendo uma historia relevante contundente de uma igreja que é de Dons e ministérios, mas principalmente de Discípulos e discípulas e que contribui, não apenas no necessário, mas sim no que é preciso.
Um abraço...
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Qual é a verdadeira marca de um Cristão.


Texto: Cl 3:14 “E, sobre tudo isto, revesti-vos de [amor], que é o vínculo da perfeição”.
Por muito tempo toda a igreja Cristã, mais especificamente os grupos pentecostais, entendeu que a nossa grande diferença em relação ao restante do mundo e da própria Cristandade estava relacionada “a valorização dos Dons do Espírito”, mas precisamente a dom de línguas, todavia gostaria de refletir nesta breve palavra, que é a partir desta prerrogativa que a igreja deixou em muito de influenciar ao mundo, pelo menos no que tange ao seu testemunho relacional e ao seu potencial.
Para começo de conversa os Dons espirituais são de suma importância para a caminhada da igreja, entendo como Dom, a capacitação necessária para a realização de obras especificas, sem os quais tais realizações ficariam impossibilitadas, todavia creio que não podemos nos esquecer do texto de Gl.5-22 ss, texto que relata a primazia da obra do Espírito em nós, gosto muito de relembrar a frase de Jesus que pelo os frutos os conhecereis.
Hoje existe em alguns seguimentos da igreja ou representações da mesma, uma caminhada em prol da busca do Espírito, constituído assim uma busca autentica pelos Dons, busca baseada nas escrituras e fundamentada, entretanto, existe o esquecimento da necessidade de sermos cheios do Fruto, que se manifesta de diversas formas.
O mundo só pode ver de fato a diferença da igreja, quando ela se reveste não apenas do Poder, mas também quando ela tem o Sabor da vida, sabor este provindo do Fruto. Sabor que o mundo necessita, sabor faz toda a diferença.

Deixe me expor uma breve curiosidade: 
Estamos presenciando uma grande explosão “Gospel”, se você gosta, eu também, todavia esta mesma explosão vem acompanhada de alguns grupos sem um rigor ético, e acima de tudo é baseada no vigésimo oitavo livro do novo testamento, é claro que este livro não é canônico, nem ao menos existe, porem é neste” novo livro” que muitos novos movimentos se fundamentam, por exemplo: quando o que importa é o que sentimos, e não o que está escrito, o que vale é derramamento do “Poder” e não a verdade contida na palavra. Este novo livro é ainda reciclável, se não serve aqui é aproveitado ali.

Voltando a nossa pergunta cerne, gostaria de acrescentar que a nossa diferença está no relacionamento, no amor, no compromisso, sendo assim creio ser esta é a nossa grande diferença.
A igreja precisar concentrar suas buscas pelo Deus do amor, pelo Deus que manifesta compaixão e não somente pelo Deus das bênçãos. Bem sabemos que o nosso Senhor é um Deus que abençoa, mas isto é também uma conseqüência, o texto de Dt. 28, fala que eu não correrei atrás de bênçãos são elas é que vão me alcançar, sendo assim, não podemos conceber um evangelho limitado aos interesses, se bem me lembro quem é o Senhor é Deus e não a gente. Portanto é visível nossa responsabilidade como igreja do Senhor de apontarmos e sinalizarmos o reino de Deus.
Somos diferentes quando há em nós mudanças que nós mesmos percebemos, eu preciso ser diferente não é para o outro, por que sendo assim é apenas uma mudança exterior, eu preciso é ser diferente integralmente, e isto se dá através da concepção gerada pelo amor de Deus e pelo reconhecimento que eu mesmo tenho, “o amo de Deus nos constrange”.
È fato que precisa ser eminente esta mudança, o texto aponta “sobre tudo” já não cabe espaços para adaptações ou mesmo uma abordagem mais suave, cabe simplesmente a obediência à instrução.
É evidente que ser diferente também não dever ser tornar o objetivo final, mas sim o de sermos revestidos, logo, quem é revestido de amor, caminha para a perfeição, e na perfeição não existe diferença.
Termino dizendo que somos chamados para sermos sal da terra e luz do mundo, todavia existe algo antes disto, nós também somos chamados a servos mansos e humildes de coração, ou seja, sermos revestidos do fruto essencial à vida e a promoção dela. O amor.



Um abraço,


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Pastor Metodista prega em Culto de Aniversario da U.V.A

Alexandre Machado fala sobre a importância da instituição

O Campus Cabo Frio completou no dia 28 de outubro, nove anos de existência. Para comemorar, foi celebrada missa ecumênica pelo Padre Mauro Nunes e pelo Pastor William Scalioni. Estiveram presentes funcionários, coordenadores e professores. Logo após, foi oferecido um coquetel de confraternização.

“Sinto-me honrado por fazer parte da família UVA. Somos uma instituição que presa pela qualidade. Vários alunos já passaram por nós e hoje eles ocupam importantes cargos na região. Não poderíamos deixar de comemorar o sucesso do Campus Cabo Frio”, afirmou o Alexandre Ferreira Machado, Diretor do Campus Cabo Frio.

A instituição conquistou papel de referência no Ensino Superior, formando profissionais qualificados, correspondendo ao grande crescimento da região. Como consequência do trabalho realizado, a UVA conquistou conceito 4 na avaliação do MEC.

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John Wesley, A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.


John Wesley, uma vida longa em poucas palavras

fonte: Por Christian History & Biography

A vida de um homem que com sua paixão por Deus mexeu com a vida espiritual dos ingleses e com a estrutura social de seu país.
John Wesley nasceu em 1703 e sua infância foi fortemente influenciada por sua mãe, uma mulher rígida e piedosa. Seu pai era um homem difícil de se agradar. Sua mãe acreditava que os desejos das crianças deviam ser subjugados e que eles deveriam ser disciplinados quando não se comportassem. John era o décimo quarto filho. Ele teria morrido em um incêndio em Epworth Rectory se não tivesse sido arrancado das chamas por um vizinho. Na época tinha sete anos e depois disso sua mãe o lembrou várias vezes que ele era "um tição colhido do fogo". Mais tarde ele teve a certeza de que tinha sido poupado por um propósito, servir a Deus.
Samuel, o pai de John, era um erudito, que por muitos anos trabalhou em uma obra monumental sobre o livro de Jó. Um pregador severo, para não dizer implacável, uma vez exigiu que uma adúltera andasse nas ruas em sua vergonha. Ele também forçou o casamento de uma de suas filhas depois que ela tentou fugir com um homem que não era o escolhido de seu pai. Com seu pai e sua mãe, John Wesley desenvolveu excelentes hábitos de estudo e também se acostumou com o sofrimento físico.


John Wesley foi para Charterhouse School em 1714, para Christ Church College, em 1720, e em 1726 foi eleito membro na Lincoln College em Oxford. Depois de ser pastor auxiliar em Wroote, Lincolnshire, de 1727 a 1729, ele voltou à Oxford não apenas para continuar seus estudos, mas também para começar a viver uma vida mais devota e santa. Muitos outros jovens brilhantes tinham um curriculum como o de Wesley, mas poucos tinham a sua dedicação. Ele dominava pelo menos sete idiomas e desenvolveu uma visão verdadeiramente abrangente em todas as áreas da investigação. Quando ele voltou de Wroote para Oxford, ele assumiu a liderança de um grupo chamado Holy Club (Clube Santo), iniciado por seu irmão Charles. Lá era onde eles reforçavam a fé através do estudo das Escrituras e buscavam a santidade na vida de cada membro.

O Clube Santo fazia muito mais do que refletir e orar. Eles iam às prisões levar a palavra de salvação aos prisioneiros. Embora eles fossem ridicularizados por seus companheiros de Oxford, de seu grupo de uma classe social mais baixa saíram homens que se tornaram importantes para aquele tempo, particularmente os irmãos Wesley, além de George Whitefield. O modo de vida de John Wesley exigia jejuns periódicos, encontros regulares para estudo e auto-avaliação pessoal. Somente muito tempo depois foi que ele percebeu que seu grupo seguia mais a letra do que o espírito do cristianismo.
Em 1735 grandes mudanças atingiram John e Charles Wesley. O seu pai morreu e ambos foram para a colônia da Georgia, nos Estados Unidos, com a bênção e encorajamento de sua mãe. Lá foi uma prova para John, que entendeu que realmente não gostava muito dos índios e sua rigidez não era muito apreciada pelas pessoas da Georgia. Mas importante que isto, foi o contato de John na sua viagem com um pequeno grupo de morávios. Estes homens e mulheres destemidamente cantavam hinos durante terríveis tempestades no mar, ao mesmo tempo em que o próprio Charles se desesperava. Isso o fez querer conhecer mais sobre a fé que eles demonstravam ter. Em 1737 ele retornou à Inglaterra.
Devemos apreciar a humildade de John Wesley, pois ele podia ser crítico o bastante consigo mesmo para parar suas atividades religiosas naquele momento e pensar que era um ministro experiente demais para examinar sua falta de fé. Peter Boehler, um morávio, deu-lhe a chave - pregar a fé até que ele a tivesse, e então ele pregava a fé. John Wesley lutou com sua falta de fé até 24 de maio, uma quarta-feira, em 1738, no famoso encontro de Aldersgate, foi quando ele teve uma conversão, uma profunda e inconfundível experiência de fé. Seu "coração foi estranhamente aquecido". Então seu verdadeiro trabalho começou.
Como tinha uma mente brilhante e aberta, John Wesley ainda conseguia retirar os melhores recursos das melhores mentes do seu tempo. William Law, por exemplo, foi seu professor, amigo e mentor por vários anos; mas Wesley achou que um ingrediente importante estava faltando no programa de Law para uma vida devota. Os discípulos de Platão conseguiram comunicar a Wesley uma estrutura intelectual que era mais espiritual do que material, mas os hábitos mentais de Wesley estavam moldados mais pelo modelo de análise de Newton do que pelo platonismo. Os morávios eram o mais perto de uma síntese de todos os elementos que ele desejava e pôde encontrar. Ele até mesmo visitou Herrnhut para saber como sua comunidade trabalhava. Mas algo estava faltando lá, como em todo lugar, e em 1740, ele e seus seguidores romperam com os morávios, mas não antes que ele tivesse aprendido a pregar sermões ao ar livre, o que veio a ser mais tarde uma parte essencial de seu ministério.
John Wesley tinha 37 anos de idade quando começou a viajar e pregar. Ele freqüentemente exagerava o número daqueles que vinham ouvi-lo. Muitas vezes, as mesmas pessoas que precisaram de sua ajuda eram as mesmas que mais o perseguiam. Ele pregava em púlpitos até que eles fossem fechados para ele, e ele então pregava nos campos abertos. Ele pregava três vezes por dia, começando às 5 da manhã, uma vez que os trabalhadores poderiam parar para ouvi-lo enquanto andavam para o trabalho.
Algumas vezes ele andava 60 milhas (mais de 90 quilômetros) por dia a cavalo. As condições do tempo não importavam; ele fazia seu programa e o cumpria, não importavam as dificuldades. Ele fugia de uma multidão zangada pulando num lago gelado, nadava para fora dele e continuava a pregar novamente. E tinha uma certa habilidade de trazer as pessoas hostis para o seu lado.
Em 1741 foi para Gales do Sul, para o norte da Inglaterra em 1742, Irlanda em 1747, e Escócia em 1751. No total, foi à Irlanda quarenta e duas vezes e à Escócia vinte e duas vezes. Ele retornou à algumas cidades várias vezes. Houve ocasiões em que ele retornava anos depois de sua última visita e registrava que a pequena sociedade que ele ajudara ainda estava intacta e fiel. Ele examinava cada membro de cada sociedade pessoalmente para buscar crescimento espiritual e de fé. As sociedades então formadas proviam a organização local para seu movimento.
O que Wesley pregava? Santidade, honestidade, salvação, boas relações familiares, vários outros temas, mas acima de tudo a fé em Cristo. Ele não pedia aos seus ouvintes para deixarem suas igrejas, mas para continuarem indo nelas. Ele lhes deu o refrigério espiritual que eles não achavam. Quando suas décadas de provação produziram décadas de triunfo, as multidões aumentaram. Ricos e pobres vinham para ouvi-lo falar. Ele desenvolveu redes de assistentes leigos. Suas exortações para viver perfeitamente em amor hoje parecem duras, mas considere os efeitos em suas congregações. Os xingamentos nas fábricas pararam, os homens e as mulheres começaram a se preocupar com vestimentas limpas e simples, extravagâncias como chá caro e vícios como o gim foram deixados por seus seguidores, vizinhos deram um ao outro ajuda mútua através das sociedades.
Wesley ensinou tanto pelo exemplo como pelos seus sermões. Ele publicou muitos de seus textos para serem usados em devocionais e direcionou o lucro para projetos, como um local de ajuda para os pobres. Sua vida pessoal estava além de reprovação. Ele traduziu hinos, interpretou as Escrituras, escreveu centenas de cartas, discipulou centenas de homens e mulheres e manteve em seus diários um registro da energia investida, que dificilmente tem um rival na história ocidental. Sua maneira de falar na linguagem do homem comum teve um impacto imensurável no surgimento do inglês moderno, assim como os hinos de Charles Wesley tiveram um grande impacto na música com suas muitas canções sem mencionar a poesia da subseqüente era Romântica.
Mas o impacto dos Wesleys nas classes mais baixas foi além de afetar seus hábitos de vida e modo de falar. John Wesley proveu uma estrutura religiosa que era local e pessoal, bem como fortemente moral. Sua teologia não tirava a liberdade e o direito de ninguém, pois qualquer um podia achar a graça de Deus para resistir ao diabo e ser salvo, se tão somente buscasse e recebesse. As sociedades que ele formou preservaram em seus estudos o foco na fé - uma fé que também levou a uma maneira de lidar com a realidade da vida das classes mais pobres. A religião não era só para os ricos, mas Wesley também não estava pregando uma revolta contra o anglicanismo.

O anglicanismo de John Wesley era muito forte, embora os púlpitos anglicanos tornassem-se totalmente fechados para ele. Só quando tinha oitenta e um anos ele permitiu uma pequena divisão entre seus seguidores e a igreja nacional. Tendo já enviado muitos homens à América, em 1784 ele ordenou mais pessoas para este esforço missionário e, porque "ordenação é separação", efetivamente começou uma nova igreja. O conservadorismo dele era tanto político como religioso. Ele publicou uma carta aberta às colônias americanas, aconselhando-as a permanecerem leais à Grã-Bretanha, logo antes da Revolução Americana. Ele não tolerava nenhuma conversa sobre agitação civil na Inglaterra.
Muito se tem discutido acerca de que outras forças estavam trabalhando na Inglaterra além de Wesley e uns outros poucos pregadores. Por exemplo, a Revolução Industrial que estava vindo progrediu mais rápido na Inglaterra do que em qualquer outro lugar, dando aos homens novos tipos de trabalho; a justiça do Sistema de Paz e o sistema de governo com um Primeiro-Ministro eram únicos na sua forma e deram muito mais poder do que era possível em qualquer outro lugar à classe média local e os grandes problemas que poderiam de outra forma causar revolução, simplesmente não estavam presentes na Inglaterra depois de 1750. Ainda assim sem Wesley e seus seguidores como poderia o ateísmo, tal como existia entre os camponeses franceses, ser evitado e como poderia uma classe inferior oprimida e dominada pelos vícios, ter esperança?
John Wesley morreu em 2 de março de 1791, cerca de três anos depois que seu irmão Charles morreu. Até seus últimos anos, ele colocou a mesma frase de abertura em seu diário, como fazia a cada ano no seu aniversário, agradecendo a Deus por sua longa vida e sua contínua boa saúde, afirmando que sermões pregados de manhã logo cedo e muita atividade ao ar livre o mantiveram em forma para a obra de Deus. Desde o momento em que ele tornou-se livre de influências, exceto a de Deus, ele teve cinqüenta anos de serviço constante e fez um bem imensurável à Inglaterra através da perseverança, resistência e fé. Seu legado não se limitou ao seu século ou país, mas sobrevive até hoje na fé de milhões em várias igrejas ao redor do mundo.
A seguinte frase foi escrita em seu diário em 28 de junho de 1774:

Sendo hoje meu aniversário, o primeiro dia do septuagésimo segundo ano, eu estava pensando como posso ter a mesma força que tinha trinta anos atrás? Que a minha visão esteja consideravelmente melhor agora e meus nervos mais firmes do que eram antes? Que eu não tenha nenhuma enfermidade da velhice, e não tenha mais aquelas que tive na juventude? A grande causa é, o bom prazer de Deus, que faz o que lhe agrada. Os meios principais são: meu constante levantar às quatro da madrugada, por cerca de cinqüenta anos; o fato de geralmente pregar às cinco da manhã, um dos exercícios mais saudáveis do mundo; o fato de que nunca viajo menos, por mar ou terra, do que 4500 milhas (mais de 6.750 km) por ano.


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Os 8 tipos de inteligência Se você procurar no Google “tipos de inteligência” vai achar alguns com 7, 9 e até 32 tipos… eu irei listar as 8 propostas


Se você procurar no Google “tipos de inteligência” vai achar alguns com 7, 9 e até 32 tipos… eu irei listar as 8 propostas pelo professor de Harvard, Howard Gardner, em sua “teoria das inteligências múltiplas”. Organizei de um modo diferente, personificando cada uma delas. Veja se você consegue se identificar com algum:
  1. O linguista: tem facilidade em se expressar de forma tanto verbal como escrita, escolhe bem as palavras, consegue simplificar questões complexas. É evidente em vendedores talentosos, escritores e consultores. Nas crianças, pode ser encontrado naquelas que perguntam muito ou gostam de ler.
  2. O lógico-matemático: tem facilidade com números, quantidades e possuem raciocínio lógico — como causa e efeito. São os famosos lado-esquerdo do cérebro e mais associados ao QI tradicional. Evidente em engenheiros, programadores, físicos e contadores.
  3. O artista: tem facilidade em desenhar, medir, grandes noções espaciais. É uma pessoa basicamente visual, grava imagens, cores e formas facilmente. Mais evidente em pintores, desenhistas, estilistas, arquitetos, designers e pilotos.
  4. O músico: tem a capacidade de discernir o tom, timbre, entonação e ritmo. Consegue identificar, reproduzir e criar sons com facilidade. Mais evidente em… músicos, claro.
  5. O habilidoso: é o atleta.  É bom em atividades motoras e que exijam muito do corpo. Ele também possui bom timing e equilíbrio entre corpo e mente. Mais evidente em atletas, inventores, dançarinos, artistas-marciais e atores.
  6. O naturalista: quando criança é aquela que gosta de ciência, adora colocar a mão na terra e brincar com todos os tipos de animais. Tem facilidade em diferenciar espécies e vários tipos de coisas. Acredita-se que bons empreendores possuem alta inteligência natural e que ela o ajude a identificar as necessidades dos consumidores e oportunidades de mercado.
  7. O auto-conhecedor: é a pessoa que está sempre em busca de se conhecer melhor, avaliando seus objetivos e analisando suas emoções. Se conhece muito bem e utiliza esse conhecimento para conhecer  e influenciar os outros, além de  planejar ou criar estratégias.  Tem grande interesse em conhecer o ser-humano. Presente em grandes líderes, conselheiros, psicólogos, escritores e outros.
  8. O simpático: se dá muito bem com pessoas. Ouve bastante, comunica-se eficazmente tanto com palavras como com o corpo, gosta de trabalhar em equipe e é sociável. Tem facilidade em saber o que o outro está sentindo e analisar sob diferentes pontos-de-vista. Presente em líderes motivacionais, empreendedores.
Conseguiu se encontrar? Alguns tipos são mais dificeis que outros, mas é importante destacar que todos nós temos as 8 inteligências, a forma como ela está distribuída é que define nossas habilidades — e basicamente quem você é. Isso explica porque algumas pessoas são ótimas em história e péssimas em matemática; ou são grandes funcionários em uma empresa e medíocre em outra (que não exploram as habilidades certas)

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